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Como calcular o retorno da carteira com aportes e dividendos

Patrimônio maior não significa rentabilidade maior. Aprenda a separar aportes, dividendos e resultado usando TWR, cotização e XTIR, com um exemplo completo.

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TRANSPARÊNCIA EDITORIAL

O que mudou desde a última atualização

  • Publicamos um guia de rentabilidade com aportes, retiradas e dividendos, um exemplo reconciliado de TWR e XTIR e cuidados com datas, custos e benchmarks.

Para calcular o retorno da carteira com aportes e dividendos, separe o dinheiro que você colocou do resultado dos investimentos. Use o TWR, ou retorno ponderado pelo tempo, para neutralizar os fluxos externos; use a TIR com datas, calculada pela XTIR, para medir a experiência do capital efetivamente aplicado. Dividendos que permanecem na carteira já fazem parte do seu patrimônio: não devem ser somados duas vezes. 1 2

Uma carteira que passou de R$ 10 mil para R$ 27 mil não necessariamente ganhou 170%. Se você colocou mais dinheiro no caminho, parte do crescimento veio do seu bolso.

O contrário também surpreende: no exemplo deste artigo, o TWR é positivo em 8%, mas o investidor termina com uma perda de R$ 1.000. Não há contradição. A quantidade de dinheiro exposta em cada etapa foi diferente.

Fontes consultadas em 25 de setembro de 2026. Os números são hipotéticos, em reais, e não representam desempenho do Tesemetria ou de uma carteira real. O objetivo é ensinar a medição, não recomendar investimentos ou projetar rentabilidade.

Primeiro, defina o que faz parte da carteira

Antes da fórmula, escolha o conjunto que será medido. Neste artigo, a carteira inclui ativos avaliados a mercado e o caixa reservado aos investimentos. Direitos a receber e obrigações também precisam de tratamento consistente quando existirem. Dinheiro separado para despesas pessoais fica fora.

Essa fronteira determina o que é fluxo externo. No manual do Portfolio Performance, compras, vendas e dividendos que apenas movimentam recursos entre os ativos e a conta de caixa não são aportes ou retiradas da carteira inteira. 2

Tabela 1 do artigo
EventoTratamento na carteira inteira, incluindo o caixa
Transferir dinheiro do salário para investirAporte externo: não é lucro
Retirar recursos para pagar uma despesa pessoalRetirada externa: não é perda de investimento
Comprar uma ação com o caixa já incluídoMovimento interno: caixa vira ação
Vender uma ação e manter o dinheiro na conta incluídaMovimento interno: ação vira caixa
Receber um dividendo e mantê-lo na carteiraRendimento interno: não é novo aporte
Receber um dividendo e transferi-lo para foraRendimento e, depois, retirada externa; não contar duas vezes

A classificação depende do perímetro. Uma transferência entre duas corretoras é interna se ambas pertencem à carteira consolidada que você mede. Se acompanha cada conta separadamente, ela é saída de uma e entrada na outra. Documente a escolha e não a altere no meio da comparação.

Resultado em reais não é a mesma coisa que taxa de retorno

Para uma janela com valores inicial e final bem definidos, uma reconciliação útil é:

Resultado em reais = patrimônio final − patrimônio inicial − aportes + retiradas

Aportes e retiradas entram nessa expressão como valores positivos em suas respectivas parcelas. Os dividendos mantidos dentro já estão refletidos no patrimônio final; os valores transferidos para fora entram nas retiradas. A identidade não substitui um método que considere as datas.

O retorno total combina renda e variação do valor dos investimentos. A FINRA destaca que olhar apenas pagamentos recebidos ou apenas valorização mostra uma parte do resultado. 3

Exemplo integrado: uma carteira, um aporte e dividendos

Considere uma carteira hipotética, sem dívidas, custos, impostos ou mudanças de moeda. A avaliação inicial ocorre em 01/01/2025 e a final em 01/01/2026, uma janela de 365 dias. São datas de avaliação didáticas, não afirmações de que houve pregão nesses dias.

Em 02/07/2025, 182 dias após o início, medimos a carteira imediatamente antes e depois de um aporte de R$ 18 mil. O aporte é considerado no fim do dia, sem variação de preço entre essas duas avaliações. Não há outras entradas ou retiradas externas.

Tabela 2 do artigo
Momento da avaliaçãoPatrimônio totalExplicação
01/01/2025 — inícioR$ 10.000Capital já dentro da carteira
02/07/2025 — antes do aporteR$ 12.000R$ 11.500 em ativos e R$ 500 de dividendos recebidos, mantidos em caixa
02/07/2025 — depois do aporteR$ 30.000R$ 12.000 mais R$ 18.000 de dinheiro novo
01/01/2026 — fimR$ 27.000Valor final dos ativos mais o caixa, sem proventos a receber ou outras obrigações

O patrimônio aumentou R$ 17 mil em relação ao começo, mas houve R$ 18 mil de aporte adicional:

Resultado = 27.000 − 10.000 − 18.000 + 0 = −R$ 1.000

Dividir R$ 27 mil por R$ 10 mil e subtrair 1 produziria 170%, misturando aporte e rendimento. Dividir a perda de R$ 1.000 pelos R$ 28 mil aplicados produziria aproximadamente −3,57%, mas ignoraria quanto tempo cada parcela ficou investida.

Essas duas divisões não respondem às mesmas perguntas que TWR e XTIR. Para entender o desempenho, precisamos preservar a sequência dos acontecimentos.

TWR: como medir o retorno neutralizando os aportes

O TWR separa a janela nos pontos em que entram ou saem recursos externos, calcula os retornos dos intervalos e os encadeia por multiplicação. Para o cálculo exato, é necessário conhecer o valor da carteira em cada fluxo externo, distinguindo o antes e o depois. 1

No exemplo, existem dois intervalos, e nenhum tem aporte ou retirada no seu interior.

Antes do aporte:

Retorno 1 = 12.000 ÷ 10.000 − 1 = 20%

Depois do aporte:

Retorno 2 = 27.000 ÷ 30.000 − 1 = −10%

Agora encadeamos os fatores de crescimento:

TWR = (1 + 0,20) × (1 − 0,10) − 1 = 8%

O resultado é 8% acumulados na janela. Somar 20% e −10% para obter 10% estaria errado: a segunda variação incide sobre uma base diferente.

O método retirou o aumento puramente causado pelo aporte. Não eliminou as oscilações dos ativos nem o efeito de decisões que mudaram a composição da carteira.

Por que o TWR é positivo se houve perda em reais?

Na primeira etapa, R$ 10 mil ganharam 20%, produzindo R$ 2 mil. Depois do aporte, R$ 30 mil perderam 10%, ou R$ 3 mil.

Ganho de R$ 2.000 − perda de R$ 3.000 = −R$ 1.000

Havia mais dinheiro exposto no intervalo negativo. O TWR responde ao encadeamento dos retornos; o resultado em reais reflete também o capital que participou de cada fase.

Cotização: acompanhe a carteira como um conjunto de cotas internas

Uma forma prática de reproduzir esse encadeamento é criar cotas apenas para seu controle. Elas não são novas ações nem cotas negociadas em bolsa.

No início do exercício, atribua valor de R$ 10 a cada cota interna. Com R$ 10 mil, existem 1.000 cotas. Antes de cada aporte ou retirada, atualize o valor da cota pelo patrimônio; o fluxo muda a quantidade de cotas, não cria uma rentabilidade instantânea.

Tabela 3 do artigo
MomentoPatrimônioQuantidade de cotas internasValor de cada cota
InícioR$ 10.0001.000R$ 10,00
Antes do aporteR$ 12.0001.000R$ 12,00
Depois do aporteR$ 30.0002.500R$ 12,00
FimR$ 27.0002.500R$ 10,80

O aporte de R$ 18 mil cria 18.000 ÷ 12 = 1.500 cotas. Somadas às 1.000 anteriores, são 2.500. Ao final:

Valor da cota = 27.000 ÷ 2.500 = R$ 10,80

Retorno da cota = 10,80 ÷ 10 − 1 = 8%

Essa é a mesma conta do TWR do exemplo, organizada em unidades. Uma retirada, na mesma lógica, cancelaria cotas pelo valor imediatamente anterior à saída. Valores incorretos ou fluxos lançados depois da hora comprometem a medição; cotizar não corrige automaticamente dados ruins.

XTIR: quanto rendeu o dinheiro que você efetivamente aplicou?

A taxa interna de retorno, ou TIR, procura uma taxa que concilie o capital colocado, os recebimentos e o valor final. Quando usa os fluxos nas datas efetivas, incorpora tamanho e momento dos aportes. É uma forma de retorno ponderado pelo dinheiro, conhecido como MWR. 2

No Excel em português, a função XTIR aceita fluxos com datas não necessariamente regulares e trabalha com base anual de 365 dias. Ela exige ao menos um valor negativo e um positivo. 4

Como montar os fluxos no Excel

Para medir a carteira inteira do nosso exemplo, use o ponto de vista do investidor: capital aplicado é negativo; retiradas e valor terminal são positivos.

Tabela 4 do artigo
Linha da planilhaColuna A — dataColuna B — fluxo do investidor
201/01/2025−10.000
302/07/2025−18.000
401/01/202627.000

Digite números nas células de valores, não textos com “R$”. Use datas válidas, por exemplo =DATA(2025;1;1), e deixe a data inicial na primeira linha. A Microsoft alerta para erros quando datas são interpretadas como texto. 4

=XTIR(B2:B4;A2:A4)

A função correspondente em inglês é XIRR. A fórmula acima retorna aproximadamente −5,2232% ao ano, que pode ser exibido como −5,22% a.a.

A equação conciliada é:

−10.000 − 18.000 ÷ (1 + r)^(182/365) + 27.000 ÷ (1 + r)^(365/365) = 0

O fluxo positivo final é uma avaliação terminal, não uma venda que realmente ocorreu nem uma promessa de recebimento futuro. Se a análise começar depois da primeira compra, use o valor de mercado da carteira no início da janela, e não o custo histórico de aquisição.

Os R$ 500 de dividendos não viram uma linha positiva adicional na XTIR deste exemplo: ficaram dentro e já participam dos saldos. Se tivessem sido retirados, entrariam como fluxo positivo na data da saída e deixariam de compor o patrimônio posterior.

TWR ou XTIR: qual número está certo?

Os dois, quando calculados corretamente e identificados. Aqui, 8% é o TWR da janela; −5,22% a.a. é a taxa anual que concilia os fluxos do investidor. A janela tem exatamente 365 dias, mas a ponderação continua diferente.

Use TWR para estudar o desempenho sem o salto mecânico dos aportes. Use XTIR para compreender a experiência do capital aplicado nas datas escolhidas. Apresente também o resultado monetário: −R$ 1.000. Não escolha apenas o indicador que pareça mais favorável.

Dividendos entram uma vez: no patrimônio ou na retirada

No exemplo, o total de R$ 12 mil antes do aporte já inclui R$ 500 de proventos. Acrescentá-los novamente faria aparecer R$ 12.500 e produziria uma rentabilidade inexistente.

O reinvestimento também não é um novo aporte externo. Ele transforma o caixa do dividendo em um ativo. Já a transferência para consumo é uma retirada da carteira; neutralizar essa saída no cálculo não apaga o rendimento que a originou.

E entre a data ex e o pagamento?

Para uma série econômica consistente, os dividendos a que a posição tem direito podem ser reconhecidos como valor a receber na data ex e convertidos em caixa quando pagos. O manual GIPS recomenda esse reconhecimento por competência. Não trate uma mera projeção de dividendos como crédito adquirido. 5

Se uma plataforma só registra o crédito no pagamento, sua série pode diferir nesse intervalo de outra que registra o direito antes. Verifique a metodologia e não combine as duas sem reconciliação. O artigo sobre data com e data ex ajuda a identificar os eventos.

Outro cuidado: quando uma série ajustada já incorpora o efeito dos proventos, somá-los novamente pode duplicar o retorno. Confira o que o fornecedor ajusta; “preço ajustado” não descreve, por si só, todos os critérios utilizados.

Tenho apenas saldos e datas dos aportes: o que fazer?

Sem avaliações nos fluxos intermediários, não é possível reconstruir o TWR exato apenas com os saldos inicial e final. Uma alternativa de estimativa é o Modified Dietz, que pondera os fluxos pelo tempo dentro da carteira. Aplicado à janela inteira, ele não substitui o encadeamento exato dos intervalos. O manual GIPS explica suas limitações quando há fluxos grandes e retornos irregulares. 5

Retorno Dietz = (VF − VI − soma dos fluxos) ÷ (VI + soma dos fluxos ponderados)

Nesta fórmula, o sinal é o da carteira: aporte positivo e retirada negativa. Na convenção de fluxo no fim do dia, o peso é a parcela de dias restantes na janela.

No exemplo, restam 365 − 182 = 183 dias depois do aporte:

Dietz = −1.000 ÷ [10.000 + 18.000 × (183/365)] ≈ −5,26% na janela

O resultado é próximo da XTIR neste caso, mas diferente dos 8% do TWR. Identifique o método em vez de chamar todas essas medidas de “rentabilidade”. Não use a aproximação para ocultar a falta de dados, sobretudo com aportes grandes.

Compare com o Ibovespa na mesma base

O Ibovespa é um índice de retorno total: a B3 informa que ele reflete as variações dos ativos e a distribuição de proventos. Compará-lo apenas com a variação de preço das suas ações deixa componentes diferentes em cada lado. 6

Como procedimento de comparação, alinhe datas, moeda, tratamento dos proventos e custos. Identifique o caixa que ficou sem investir; ele faz parte do conjunto se estiver dentro do perímetro escolhido.

Para confrontar a sua XTIR com uma alternativa, simule os mesmos aportes e retiradas nas mesmas datas nessa referência, calcule seu valor final e obtenha a taxa correspondente. Não compare sua experiência com aportes tardios a um investimento hipotético no índice feito integralmente no primeiro dia.

O benchmark é uma referência, não um ativo que você consegue comprar sem custos exatamente pelo nível do índice. Declare as simplificações. A FINRA recomenda comparações entre investimentos apropriados e alerta para o efeito de custos, tributos e inflação. 3

Um registro simples para conferir sua carteira

Guarde o valor inicial e final, cada fluxo externo com data e os saldos imediatamente antes dos fluxos, quando disponíveis. Concilie posições, caixa, direitos e obrigações com os extratos. Não complete um dado ausente com zero apenas para a fórmula rodar.

Separe a rentabilidade bruta da líquida. Para medir o resultado após custos, inclua os gastos que efetivamente suportou e descreva quais tributos estão considerados. Não neutralize uma taxa debitada da carteira como se fosse uma retirada pessoal, nem desconte duas vezes um custo já refletido no saldo.

No controle do patrimônio, use valores de mercado na data pertinente. O preço médio serve a outras verificações e não substitui essa avaliação. Leia Preço médio não é valuation: o erro que prende investidores.

Por fim, mostre três informações lado a lado: resultado em reais, TWR do período e XTIR anualizada. O histórico de renda com dividendos pode complementar a leitura, mas não deve ser confundido com o retorno total.

Perguntas frequentes

Posso somar as rentabilidades mensais?

Não para obter o retorno acumulado composto. Encadeie os fatores: (1 + r1) × (1 + r2) × ... − 1, com taxas já ajustadas aos fluxos externos. No exemplo, 20% e −10% produzem 8%, não 10%.

Preciso vender tudo para calcular a XTIR?

Não. Inclua como fluxo positivo terminal o valor da carteira na data final, com caixa e demais itens do perímetro. Trata-se de uma avaliação, sem pressupor venda real. Para estimar quanto sobraria numa liquidação, custos e tributos potenciais exigiriam outra conta.

A XTIR de três meses é a rentabilidade desses três meses?

A XTIR fornece uma taxa anualizada. Para expressar o equivalente na janela, usando a mesma base de 365 dias, aplique (1 + XTIR)^(dias/365) − 1. Isso é conversão matemática, não previsão de que a taxa se repetirá. Em janelas curtas, destaque primeiro o resultado do período e as datas. 4

Por que minha planilha não bate com a corretora?

Compare primeiro método e perímetro: pode haver diferença entre TWR e MWR, caixa incluído ou excluído, data ex e pagamento, custos ou cotação utilizada. Confira ainda operações pendentes e eventos societários. Uma diferença não identifica automaticamente qual fonte está errada; reconcilie um período curto com todos os movimentos.

E se a XTIR der erro ou um resultado estranho?

Confira sinais, datas, ordem inicial e correspondência entre linhas. A função precisa convergir numericamente. Fluxos com mudanças de sinal podem gerar soluções múltiplas; um resultado encontrado não elimina a necessidade de interpretação. Não substitua um erro por 0% de rentabilidade. 4 5

Conclusão: não confunda poupança nova com desempenho

O exemplo resume a diferença: a carteira terminou em R$ 27 mil após receber R$ 28 mil no total. O resultado foi uma perda de R$ 1.000, com TWR de 8% na janela e XTIR de aproximadamente −5,22% ao ano.

Aportes explicam quanto dinheiro entrou; dividendos compõem o resultado; as datas ajudam a explicar quanto o capital rendeu. Uma medida não substitui a outra.

Faça a conta com um perímetro definido, registre os proventos apenas uma vez e mantenha a metodologia estável. Depois use os números para revisar suas decisões, não apenas para procurar o gráfico mais bonito. O artigo Buy and hold não é esquecer a empresa na carteira complementa essa rotina de acompanhamento.

Fontes consultadas

Data de consulta: 25 de setembro de 2026. Os exemplos, as datas e os valores são elaboração didática. As referências fundamentam os conceitos; não foi feita afirmação de conformidade GIPS da carteira, da plataforma ou deste artigo.

1 — Portfolio Performance: Time-Weighted Rate of Return. Referência conceitual para fluxos externos e encadeamento dos retornos; o exemplo numérico deste artigo é próprio.

2 — Portfolio Performance: Money Weighted Rate of Return. Fronteira da carteira e retorno ponderado pelo dinheiro. Não se presume que todas as plataformas adotem as convenções do programa.

3 — FINRA: Evaluating Performance. Retorno total, comparabilidade, custos e inflação.

4 — Microsoft Support: função XTIR. Sintaxe, datas, sinais, base anual de 365 dias e solução iterativa.

5 — CFA Institute/GIPS: GIPS Standards Handbook for Firms. Discussões das disposições 2.A.24 e 2.A.29, Modified Dietz, TIR e suas limitações; disposição 2.B.3 sobre dividendos por competência. Usado como referência metodológica, não como certificação.

6 — B3: Futuro Mini de Ibovespa, seção de descrição do índice. Utilizada somente a definição do Ibovespa como retorno total. O artigo não recomenda derivativos nem usa sua cotação como benchmark.

Este conteúdo tem finalidade educacional e não constitui recomendação de investimento. Rentabilidade passada e exemplos hipotéticos não garantem resultados futuros.

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Uso educacional. Este texto organiza conceitos e processos de análise. Não constitui relatório de análise, recomendação de compra ou venda, promessa de retorno ou oferta de investimento.